sexta-feira, 28/03/2008 

Eu acredito no Destino, mas acredito no livre-arbítrio também. Costumo dizer que o Destino dá as cartas e quem joga sou eu. Sim, tenho jogado bastante ultimamente. Não sei no quê isso dará, mas tenho certeza de que sairei vencedora, de uma forma ou de outra. Quando se fala em Destino a tendência é acharmos que tudo está escrito, que somos uma espécie de marionete criada pelo tal Deus para seu próprio divertimento, porque Ele não deve ter nada melhor para fazer lá no céu ou onde quer que se encontre. Pois bem, creio que não seja nada disso.

Imagine: você acorda pela manhã e o sol está lá fora, sim, mas se você não abrir a janela e a cortina o seu quarto continuará escuro. Ou não. Você pode acender a luz e pronto.

A vida é assim, as coisas são colocadas ao nosso alcance e nós decidimos se as agarramos. O problema é que tudo que é bom a gente agarra com tanto cuidado, que às vezes acaba deixando escapar. Então, quando isso acontece, não adianta colocar a culpa no Destino. O vacilo terá sido seu.



© Beta de Felippe
arquivado em: Filosofices, Viagens da Alma


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